Pteridófitas: curiosidades
- 7 de ago. de 2015
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As esfenófitas e psilófitas
As primmeiras são formadas por plantas que foram dominantes no período Carbonífero, há mais de 300 milhões de anos, quando podiam ser representadas por árvores de 15 metros de altura. Elas foram as principais formadoras dos depósitos de carvão, originados nesse período. Nos dias de hoje só há um gênero vivo, o Equisetum (cavalinha ou rabo-de-cavalo), que, normalmente, não ultrapassa 1 metro de altura (fig. 6).
O caule tem uma parte horizontal, com ramificações eretas, é oco e possui articulações ou nós, vindo daí um termo também usado para esses vegetais: artrófitas (antro =articulação). Na altura dos nós, prendem-se conjunto de folhas reduzidas. Como nas licopodíneas, os esporângiso das esfenófitas estão localizados em espigas ou estróbilos, no ápice de ramificações reprodutivas.
O ciclo mais comum é do tipo isosporado, mas existem espécies heterosporadas.
As psilófitas são descendentes diretas das primeiras plantas com vasos condutores de seiva, tendo surgido há cerca de 400 milhões de anos. Hoje restam apenas dois gêneros: Psilotum e Tmesipteris.
A espécie mais conhecida é a Psilotum nudum, cujas folhas estão reduzidas a pequenas escamas (fig. 6). O caule em uma parte subterrânea e uma parte ereta, sendo que não há raízes verdadeiras e sim rizóides associados a fungos. Os esporângios se formam na axila das escamas e o gametófito, muito reduzido, é monóico (possui aparelhos masculino e feminino na mesma planta) surgindo de um ciclo tipo isosporado.

Fig. 6 - Esfenófitas (Equisetum) e psilófitas (Psilotum)


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